A profissional: Keri Russell na revista Rhapsody


“Meu Deus”, diz Keri Russell, com os olhos cor de avelã arregalados e a boca aberta em estado de choque. “Uau”. Pausa. “Caramba”. Ela balança a cabeça e olha para o teto por um momento, fazendo as contas em sua cabeça. “É isso?”.

Sim, este é realmente o ano do vigésimo aniversário da estreia de Felicity, o drama que lançou Keri e seus cachos ao estrelato quando ela tinha apenas 22 anos. Sentada em frente à atriz em um restaurante italiano, à sombra da Ponte do Brooklyn, em uma tarde nublada de fevereiro, a repórter não pode deixar de pensar que é um pouco chocante Keri estar com 41 anos atualmente. Sua pele macia é suave o suficiente para ter sua carteira de identidade solicitada e ela é tão pequena quanto era quando Felicity seguiu Ben pelo país para se matricular em uma universidade de Nova York. Keri parece estar pronta para um passeio de bicicleta em uma camiseta listrada vermelha e branca e jeans branco e, embora seu cabelo esteja bem liso agora (ela faz tratamentos com queratina, segredo), mechas em sua testa estão lutando para enrolar novamente por causa da umidade.

De repente, um momento esclarecedor. “Ah, sim. Talvez seja por isso que eles estão falando sobre uma reunião”, diz com uma risada, explicando que foi convidada para o ATX Television Festival deste verão, onde, no passado, os elencos de Gilmore Girls e Battlestar Galactica foram juntos para eventos muito divulgados. “Hum. Isso é louco”.

Você poderia perdoá-la por não estar ciente deste marco. Desde a trajetória de quatro anos de Felicity – que também ajudou a lançar a carreira do criador J. J. Abrams -, Keri teve três filhos, apareceu em 14 filmes e passou os últimos cinco anos tentando derrubar o governo dos Estados Unidos como uma espiã secreta russa em The Americans. No mês passado, trouxe a sexta e última temporada do drama do FX estimado pela crítica, o qual deu a ela duas indicações ao Emmy por seu papel como a ferozmente leal e implacável agente do KGB, Elizabeth Jennings – sem mencionar o pai do bebê. Após a primeira temporada da série em 2013, Keri e seu marido na ficção, o ator galês Matthew Rhys, começaram a namorar e, em 2016, ela deu à luz seu filho, Sam (ela tem outras duas crianças, River, 10 anos, e Willa Lou, 6 anos, com seu ex-marido, Shane Deary).


Agora, Keri diz que quando as pessoas a param na rua não é para perguntar por que Felicity fez aquele corte de cabelo horrível (o que costumavam questionar o tempo todo), mas sim para falar o quão foda Elizabeth é. “Mas isso provavelmente é porque estou muito mais velha agora”, afirma, “agora que você me lembrou que já faz 20 anos!”.

Porém, ainda que os fãs e críticos possam definir Keri em função destes dois papéis, ela pensa neles de forma muito mais pragmática. Sim, The Americans, é o programa culturalmente mais relevante agora (Rússia! Rússia! Rússia!) e, sim, Felicity foi a base para toda uma geração de jovens lutando para descobrir quem eram. Mas, para Keri, eram trabalhos. Ela sempre adotou uma abordagem profissional para atuar.

Talvez a abordagem profissional de Keri possa ser explicada pelo fato de que ela nunca quis ser atriz. Sua primeira aventura em Hollywood foi um acaso total. Quando tinha 15 anos, ela e um grupo de “amigos dançarinos” apareceram para uma audição aberta para o The All New Mickey Mouse Club, afinal, por que não? – não havia nada melhor para fazer em Denver naquele dia. Contudo, ela acabou sendo escalada e passou os três anos seguintes fazendo esquetes extravagantes e números coreografados de dança (junto com Justin Timberlake, Ryan Gosling, Britney Spears e Christina Aguilera) para um público em um estúdio ao vivo. Para as crianças de 10 anos que assistiam em casa, isso parecia uma diversão, mas o trabalho era difícil. Além de memorizar suas falas e decorar os movimentos de dança, ela teve que criar uma versão da Keri que sempre estava confiante, sempre feliz e sempre ativa.

A atriz se recorda de, anos depois, estar em Nova York, ir assistir ao documentário Spellbound – a respeito de crianças competindo em um concurso nacional de soletração – e avistar uma de suas melhores amigas e ex-companheira dos Mouseketeers, Ilana, na fila para a próxima exibição. “E eu disse: me ligue depois que você ver isso”, lembra. “Havia algo sobre o estresse daquelas crianças. Eu entendi aquilo. Quando você é criança, você não deveria fazer tudo certo. Você deveria bagunçar. Você deveria falhar. E não há espaço para isso no mundo profissional”. Ela pausa para comer um pedaço do seu salmão. “Acho que estávamos nos divertindo enquanto fazíamos isso, mas é assustador. É estranho colocar as crianças naquele mundo. Eu não quero que meus filhos façam isso”.

Quando o The All New Mickey Mouse Club terminou, Keri continuou atuando porque era tudo o que conhecia e “porque parecia que era uma vida divertida para continuar”. No entanto, após Felicity, resolveu dar um tempo. “Eu acho que precisava reavaliar se eu ainda queria fazer isso”, diz. Então ela despertou sua própria Felicity e deixou a vida de Los Angeles para trás, se mudando para Nova York por impulso. Hoje, admite que estava com ciúmes da liberdade de sua personagem na ficção. “Eu queria aquilo! Eu queria ser aquilo! Pensei: Por que estou em Los Angeles em um palco com acústica ruim vestindo um casaco grande e fingindo estar com frio quando estou suando? Nova York é tão romântica”.

Portanto, Keri passou um ano se divertindo – saindo com amigos, indo a shows e tomando cervejas em sua varanda – e prometeu nunca mais voltar para Los Angeles. Lentamente, voltou a atuar: fez uma peça fora da Broadway, apareceu em vários programas de TV e começou a fazer filmes. J. J. Abrams a incluiu no elenco de Missão Impossível III, que mostrou ao público que havia mais para ela do que covinhas e cachos, mas Keri conseguiu principalmente papéis doces e feridos, como os de Waitress (Garçonete) e August Rush (O Som do Coração).


Em 2007, ela se casou, começou a ter filhos e percebeu que este era o trabalho no qual queria focar. Sendo assim, atuar ficou novamente no banco de trás. Quando The Americans chegou, Keri tinha acabado de ter sua segunda filha e a última coisa que queria era entrar em um projeto de longo prazo. Mas o criador Joe Weisberg e a equipe do FX foram inflexíveis. Eles sabiam que Keri era a escolha perfeita para Elizabeth Jennings. Precisavam de alguém que o público amasse, confiasse e se relacionasse e que fosse crível como uma mãe suburbana que usa blusas de seda e assa brownies para os novos vizinhos. Precisavam disso para que quando Elizabeth matasse um inocente guarda de segurança a sangue frio ou batesse em sua treinadora com os olhos selvagens de raiva, os espectadores não desviassem os olhos – mas torcessem.

A sexta temporada de The Americans, que estreou em 28 de março, avança três anos até 1987, quando Gorbachev é líder do Partido Comunista e está prestes a assumir toda a União Soviética. Philip Jennings (Rhys) praticamente saiu do jogo de espionagem e o resultado é notável: sua pele é radiante, ele tem conversas estimulantes e inspiradoras com seus funcionários da agência de viagens e até mesmo vai dançar usando as botas de cowboy que comprou na primeira temporada. Enquanto isso, Elizabeth está a ponto de explodir. Parece abatida, privada de sono e fuma um cigarro em seu Oldsmobile. Ela está carregando todo o peso de ser um espião sozinha e não consegue lidar com isso. Ocorre que o conselho que ela deu ao seu companheiro espião Tuan no final da quinta temporada – um espião que irá falhar sem um parceiro – aplica-se a ela também.

The Americans é uma série sobre parceria. Quando a série começa, Philip e Elizabeth estão casados há quase 20 anos, mas acabaram de começar a se amar. Eles se respeitam e precisam um do outro a fim de fazer o trabalho para o qual dedicaram suas vidas. No entanto, sem esse objetivo comum, sem eles trabalhando juntos por amor ao seu país, podem realmente se amar? É amor real ou apenas circunstancial?

A circunstância, é claro, levou Keri e Matthew a se apaixonarem enquanto filmavam a primeira temporada. A série continua a se beneficiar desta faísca. Seu relacionamento na ficção brinca com a realidade – a maneira como se olham ansiosamente em um momento e com absoluto desgosto no próximo – como em qualquer relacionamento real. “Há, obviamente, prós e contras em trabalhar com o seu parceiro”, diz Keri. “Há momentos realmente ótimos, em que você está feliz por ele estar lá. E há momentos em que seria ótimo se ele não estivesse lá”, ela ri. “[Nestes momentos], eles [os parceiros] são tão irritantes, qualquer coisa pequena te incomoda ou vocês tiveram uma grande briga em casa e você não quer lidar com isso enquanto está trabalhando. Mas então há aqueles momentos em que, por se conhecerem tão bem, isso torna tudo muito melhor, porque você confia nesta pessoa e sabe como se divertir com ela. Há uma intimidade pessoal compartilhada”.


É difícil não traçar paralelos entre a vida real de Keri e Matthew e seu relacionamento na ficção, o que levanta uma questão: quando pararem de trabalhar juntos, Keri está preocupada que sua dinâmica com Matthew mude, uma vez que não serão mais parceiros de cena? “Eu acredito que provavelmente haverá um grande alívio do ponto de vista dele”, diz ela. “Ele vai ficar tipo: ‘Finalmente! Eu não tenho que estar a todo momento com ela!’”.

“Eu brinco com ela sobre estar muito aliviado, mas a verdade é que vou sentir muita falta”, Matthew conta mais tarde. “O equilíbrio não é fácil, mas o bom supera em muito o ruim. Decorar as falas juntos na cama acelera o processo”.

Os dois criaram uma vida para si no Brooklyn, primeiro criando os filhos de Keri juntos e depois incluindo o bebê Sam a esta mistura há dois anos. Filmar em Nova York facilitou a conciliação entre trabalho e família. “Mesmo que tenhamos uma gravação noturna até tarde, ainda podemos acordar e levar as crianças para a escola”, diz Keri. “E em filmagens longas, eu costumava ir de bicicleta para casa, amamentar o bebê e voltar”. Matthew está ensinando para todos a sua língua nativa (a palavra favorita de Keri é pili-pala, que significa “borboleta”) e a família viajou para o País de Gales uma porção de vezes nos últimos anos. Keri mostrou ao repórter o colar que está usando, um medalhão de ouro com um dragão. “É um dragão galês”, conta, explicando que ela mandou fazê-lo para que Matthew usasse como um amuleto de boa-sorte durante o Emmy do ano passado. “Ele não ganhou”, diz ela e começa a rir novamente.


Embora seja importante virar a página com relação à série que revigorou sua carreira e a apresentou ao seu amor, Keri, sempre profissional, não é sentimental. “Acho que é um bom momento para encerrar antes que, você sabe, Elizabeth esteja correndo a um salão de cabeleireiro em Jersey ou algo assim”, afirma. “É a hora certa. Seis anos é um bom e longo tempo na televisão. Ficarei triste em ver isso acabar por algumas razões, mas, ao mesmo tempo, estou pronta para uma nova aventura”.

Isso não significa necessariamente outra série ou filme. Keri não tem nada arranjado e é assim que ela quer. “Eu provavelmente poderia ler o melhor roteiro agora e diria: ‘Eu nem sei o que fazer com isso'”, afirma. Não, ela quer uma aventura literal – para Portugal, talvez, Copenhague ou Snowdonia, nas montanhas do País de Gales – somente com Matthew. “Esse seria o meu maior luxo”, diz, “embarcar em uma viagem sem as crianças”. Todos os que trabalham duro, afinal, merecem umas férias.

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Este texto é a tradução do conteúdo da edição de abril da revista Rhapsody, que traz Keri Russell na capa. Clique sobre as miniaturas abaixo para visualizar as fotos e os scans da publicação em nossa galeria.

Photoshoot


Scans


Photoshoot e scans da reunião de Felicity


Conforme publicado anteriormente, o trio protagonista de Felicity (1998-2002), formado por Keri Russell, Scott Speedman e Scott Foley, fez a primeira reunião oficial da série para a revista Entertainment Weekly. Clique nas miniaturas abaixo para visualizar fotos e scans da publicação em nossa galeria.

Photoshoot


Scans


Estrelas de Felicity se reúnem pela primeira vez (em uma cama) para a EW


Scott Speedman não consegue encontrar suas calças. O ator corajosamente trocou suas roupas por um pijama para saltar para a cama com seus colegas de elenco, Keri Russell e Scott Foley. Esta é a primeira vez que o trio está na mesma sala desde que o drama do canal WB foi finalizado em 2002. As risadas continuam quando os atores se acomodam em um sofá próximo. Speedman – que não conseguiu localizar suas calças – se senta apenas de camisa e cueca boxer preta. “Scott Speedman está apenas de cueca”, narra Keri. Foley, com um largo sorriso: “Mantendo as coisas agradáveis e frescas, hein, amigo?”. Speedman responde com um escolher de ombros despreocupado.

Criada por J.J. Abrams e Matt Reeves, Felicity mostrou a história de Felicity Porter (Keri) que, por um capricho, desiste dos estudos preparatórios de medicina planejados por seus pais para seguir sua antiga paixão de ensino médio, Ben Covington (Speedman), na Universidade de Nova York. Antes dos adolescentes se dividirem entre Time Jacob e Time Edward, houve o épico triângulo amoroso de Felicity, ao longo de seus anos de faculdade, com seu consultor residente, o sério e estudioso Noel Crane (Foley), e o sonhador mas ainda emocionalmente complicado, Ben.

O drama foi ao ar entre 1998 e 2002, capturando a angústia do final dos anos 90 e início dos anos 2000, que esculpiu um lugar permanente no coração dos fãs. “As pessoas ainda vêm até mim, me dizem o quanto gostam de Scandal e acrescentam: ‘Mas eu sempre fui Time Ben'”, diz Foley. O inverso acontece com Speedman em relação ao Time Noel? Ele dá o seu melhor sorriso de Ben Covington e responde: “Não”.

Abaixo, está um trecho da entrevista com o trio para a publicação.

Em suas primeiras audições:
KERI RUSSELL: Havia tantas garotas esperando para fazer a audição, que eu me perguntava: “Posso ir embora?”. Eu recebi alguns retornos e, em seguida, tive um teste e engasguei. Sou péssima em audições. Sou tímida e nervosa. Então eu saí e o J.J. e o Matt me seguiram e disseram: “O que aconteceu? Você tem que voltar – você está muito nervosa”. Eu estava tipo: “Esta sou eu. Sejam bem-vindos à minha vida!” (risos). Eles me puxaram para dentro da sala de cópias – eu me lembro que havia vários pôsteres da Família Wayans – e J.J. me contou piadas e me acalmou. Ainda não acredito que eu tenha sido incrível, mas eles me deixaram fazer a minha parte.

SCOTT SPEEDMAN: Sim, eles deixam. Isso foi caridoso! Eu estava em Toronto após desistir da escola de teatro e eu estava dormindo no sofá da minha mãe. Alguém me mandou o roteiro e eu não quis lê-lo. Eu estava em um momento estranho da minha vida, eu só não queria fazer uma série de televisão, por mais estranho que isso pareça. Um agente ligou para a minha mãe e disse a ela que eu tinha que ler o roteiro. Então, eu li. E eu amei. Sinceramente. Foi um daqueles momentos em que você lê alguma coisa e aquilo parece absolutamente certo para você neste momento da sua vida. Eu fui até a locadora com uma amiga, que leu a parte de Felicity comigo, e fizemos uma fita. A próxima coisa que percebi é que eu estava em um avião.

SCOTT FOLEY: Eu tinha feito a primeira temporada de Dawson’s Creek e o diretor de elenco sabia quem eu era e me chamou para ler o roteiro para o papel de Ben. Então eu li para o papel de Noel. Eles me chamaram de volta para o Ben e eu testei essa parte duas ou três vezes. Eles me escalaram como Ben. Eu tinha acessórios de guarda-roupa e mesas de leitura e tudo mais e então J.J. e Matt disseram: “Ei, nós encontramos alguém que pensamos ser um ótimo cara para interpretar o Ben”. Eu disse: “Eu sou o Ben!”. Eles perguntaram se eu estaria interessado em interpretar Noel em vez disso, e eu estava tão feliz de ter um trabalho que eu aceitei. Speedman apareceu com um pino de segurança em sua camiseta e eu disse: “Vocês estão certos. Ele é perfeito para o Ben”.



Clique na miniatura abaixo para visualizar a foto em seu tamanho original.



Fonte adaptada


Entertainment Weekly reúne atores de Felicity em publicação


Para comemorar seu 25º aniversário, a revista Entertainment Weekly reuniu, em uma edição especial, os elencos mais memoráveis da história da cultura popular norte-americana. Entre eles, está o da série Felicity, composto por Keri Russell, Scott Speedman e Scott Foley, que interpretaram o triângulo amoroso que dividiu torcidas no final dos anos 90.

Esta é a primeira reunião oficial dos atores na mídia, logo é um presente para todos os fãs que acompanharam, durante quatro temporadas, a trajetória da sonhadora Felicity Porter na Universidade de Nova York e vibrou com seus dramas e paixões. Clique na miniatura abaixo para visualizar a capa da revista em seu tamanho original.


Keri Russell na Brooklyn Magazine – Outono 2014


Keri Russell estampa a capa e o interior da edição de outono da revista Brooklyn.

Veja o que a atriz disse sobre morar no Brooklyn e a vida em geral:

Keri sobre por que ela se mudou para o Brooklyn: “Eu acho que aconteceu o que aconteceu com um monte de gente: eu engravidei. E nós ficamos tipo ‘Nós não podemos pagar nada! Onde nós vamos viver?’ Então nós conseguimos uma casa acessível, que na verdade não era tão acessível e o pai dos meus filhos, que é um carpinteiro, a reformou”.

Keri sobre o que ela gosta no Brooklyn: “Eu amo a vizinhança. Eu amo o céu. E nenhum dos meus amigos mora na cidade mais; eles estão todos no Brooklyn também. É um lugar divertido para se viver agora. Além disso, eu passo muito tempo sozinha e é um bom lugar para estar solitária. Mesmo se você não falar com as pessoas por três dias seguidos, você ainda sente a energia. Você pode estar solitário, mas nunca sozinho”.

Keri sobre ser mãe no Brooklyn: “É um ótimo lugar para ter crianças. Acordar às cinco da manhã, caminhar, ver outras pessoas andando também e sentir que há outras pessoas como você: pessoas estranhas em horários estranhos”.

Keri sobre o que ela gosta nos outros pais do Brooklyn: “Eu sou interessada nas pessoas que vivem ao redor. E nas minhas melhores amigas que são amigas de escola, algumas são artistas, algumas são professoras de escola pública, algumas são fotógrafas. Há uma grande mistura”.

Keri sobre o que ela não gosta nos outros pais do Brooklyn: “Meus filhos estão velhos agora e por isso eu não leio livros para pais ou qualquer coisa. Eu sou tipo ‘Livros para pais? Eu não quero livros sobre paternidade! Eu quero falar sobre livros legais de sexo'”.

Keri sobre bicicleta no Brooklyn: “Eu amo minha bicicleta! Eu não vou esconder isso. Eu amo tanto! Eu preciso começar a usar o meu capacete, no entanto. Eu ouvi uma menina dizer no outro dia ‘Papai, por que aquela mamãe não está usando seu capacete?'”.

Keri sobre música, não apenas no Brooklyn, mas em geral: “Eu preciso urgentemente de música. Estou fora do ritmo! Eu tenho escutado coisas antigas. Coisas boas, mas coisas antigas, como Neil Young. E eu estou muito, muito afim de Tom Petty agora. Ouvindo muito Tom Petty”.

Clique nas miniaturas abaixo para visualizar em nossa galeria o ensaio fotográfico da atriz para a publicação:


[Scans] Keri Russell na revista InStyle


Keri Russell estampa as páginas da edição de Agosto da revista InStyle.

Clique sobre as miniaturas abaixo para visualizar os scans em nossa galeria.


Assista a seguir ao making-of: